Fui andar um pouco e vi um caracol atravessar a rua. Admirei a sua coragem e determinação. Ele, tão pequeno e indefeso, aventura-se naquela travessia imensa e cheia de perigos como se nada fosse.
Pensei para mim: porque não fica ele na segurança das ervas? Mas a verdade é que não há nenhum sítio verdadeiramente seguro e ficar lá apenas por medo, é deixar de viver. É morrer aos poucos, um bocadinho cada dia.
Olhei para mim e pensei na quantidade de coisas que deixo de fazer por medo, porque escolho aquilo que me parece mais seguro. Deixo de viver, encolho a minha alma mais um bocadinho, por pura cobardia. E fi-lo tantas vezes...
VELA PERMANENTE EN HORAS ROTAS: ROJEA + PINCELADA Nº83: FRIDA KALO
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…*El silbido*
*del cielo*
*araño*
*y huraño*
*rojea*
*o cojea*
*con un rayo*
*herido*
*fue luciente*
*fe...
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